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sábado, 27 de agosto de 2022

2004 - ANO TRINTA E DOIS

 


MEMORIAL ASCANIO...

Começo por relembrar aquela que é, de facto, a última memória deste ano, mas que refiro em primeiro lugar por ser a mais forte de todas: HELDER concorre no MEMORIAL ASCANIO e vence o respectivo prémio. Torna-se assim o primeiro mágico não residente em Espanha a consegui-lo e, ainda hoje, é o único português que se pode gabar de ter obtido tal galardão. 

O MEMORIAL ASCANIO decorreu entre 23 e 24 de Outubro e uma breve reportagem pode ser lida aqui.

Posso portanto dizer que um ano que começou mal com o falecimento de PEPE CARROL (em 5 de Janeiro) termina bem com o PRÉMIO ASCANIO que o HELDER consegue conquistar.


... E OUTROS EVENTOS MÁGICOS

Entre 26 e 28 de Março participei nos ENCONTROS MÁGICOS DE SINTRA. E, desta vez, Sintra "teleportou-se" para Mangualde. Na minha participação também esteve incluída a apresentação da conferência APUNTES CON DOBLE CARA, que, no ano anterior, apresentara em LA BARRANCA e na SEI-Madrid.

Entre 1 e 4 de Julho participei no Congresso Nacional Espanhol que se realizou em Zaragoza. Sobre o mesmo realizei uma pequena reportagem que foi publicada no Boletim Informativo da API (Nov./Dez. 2004), a qual pode ser lida aqui.

Em 17 de Julho participei no Encontro API na cidade do Porto, o qual ajudei a organizar. Decorreu na cave do Café Célia, depois do Orfeão do Porto dar o dito por não dito quanto à cedência da sala... Nesse encontro realizou-se uma animada sessão MAGICSPORTS e um não menos animado jantar.

No final de Setembro participei no MAGICVALONGO e dele recordo as excelentes conferências e actuações na Gala de Close-Up de JOHN CARNEY e MICHAEL AMMAR. Também é justo referir a excelente prestação de NORBERT FERRÉ na Gala de Palco. Uma última memória ligada a este evento é o facto de me ter sido atribuído o "Prémio de Assiduidade", o que só me fez pensar que valeu a pena "lutar" para ultrapassar as dificuldades criadas à minha inscrição no MAGICVALONGO 2002.



TERTÚLIA CASTELENSE... E NÃO SÓ

Em 21 de Março participei nas 24 HORAS DE POESIA, evento organizado pela Câmara Municipal de Santo Tirso. Sobre este evento saiu no jornal "Público" uma reportagem, na qual mereci a seguinte referência:


Em meados de Outubro iniciei o projecto TERTÚLIA MÁGICA que contemplava a presença semanal na Tertúlia Castelense com Magia de Proximidade. Em Novembro, tal projecto já vinha publicitado na respectiva programação mensal.


Em 12 de Novembro o HELDER GUIMARÃES apresentou na Tertúlia Castelense o primeiro de muitos espectáculos que viria a criar e apresentar nesse espaço num processo de constante aprendizagem e crescimento artístico. Este primeiro espectáculo designou-se "INSÓNIAS".



NOTAS DE RODAPÉ
Nota de sinal + : O Prémio ASCANIO do Helder.
Nota de sinal - : O falecimento de PEPE CARROLL.

sábado, 7 de maio de 2022

1988 - ANO DEZASSEIS (Parte 1)

 


A FISM NA HOLANDA (HAIA)

Mais uma FISM (para mim foi a sexta) que não defraudou as expectativas que são sempre muito elevadas.

Uma das curiosidades implementadas pela organização desta FISM foi cunhar duas moedas homenageando dois "monstros sagrados" da magia holandesa: OKITO e FRED KAPS. Tais moedas eram necessárias para pagar as bebidas adquiridas nos bares do Centro de Congressos. Hoje são peças de colecção.

Relativamente aos convidados das galas de palco ficaram na minha memória as actuações de RUDY COBY, JOHNNY LONN, THE PENDRAGONS, TINA LENERT, FUKAI AND KIMIKA, DAVIDE COSTI, JEFF McBRIDE, JAMES DIMMARE e VLADIMIR DANILIN. Numa das galas também trabalhou, como convidado, o português especializado em "sombras chinesas" JOE MARVEL. Esteve no bom nível que lhe conhecia e, para rematar a sua actuação, "desenhou", com as mãos, o perfil de FRED KAPS. Excelente ideia para uma FISM realizada na Holanda.

Como convidada esteve também a estrela japonesa PRINCESS TENKO, cuja actuação preencheu toda a segunda parte de uma das galas. Apesar de toda a publicidade de que foi precedida e da fama que, na época, tinha no seu país, ficou bastante aquém das minhas expectativas.

A Gala de Close-up foi designada com toda a propriedade "CLOSE-UP FESTIVAL". E foi mesmo um festival de boa magia onde todos os atuantes merecem ser destacados. BOB READ, CARLOS VAQUERA e DR. SAWA, talvez por ser a primeira vez que os vi actuar, merecem, para mim, um destaque especial.

As conferências de ALDO COLOMBINI, DARYL e EUGENE BURGER foram aquelas em que mais ensinamentos colhi.

Os concursos tiveram um nível excelente. Portugal esteve presente por intermédio de HORTINY (na modalidade de Invenção) e JORGE SORIAC (na modalidade de Manipulação). Não obtiveram prémios mas não desmereceram o aval obtido para os respectivos concursos.

Nos concursos de palco fiquei especialmente bem impressionado com as prestações de TOM MULLICA (3º prémio de Magia Cómica e uma actuação similar à do concurso pode ser vista aqui), TOPAS (2º prémio de Manipulação), YUKA (3º prémio de Magia Geral), THE NAPOLEONS (3º prémio de Grandes Ilusões), TOMMY WONDER (2º prémio de Magia Geral com a rotina que pode ser vista aqui) e VIK & FABRINI (1º prémio de Magia Geral com a rotina que pode ser vista aqui).

Nos concursos de mesa destaco as prestações de JOSE CARROL (1º prémio de Cartomagia), ROBERTO GIOBBI (2º prémio de Cartomagia) e JOHN CARNEY (2º prémio Close-up) e, naturalmente, JOHNNY ACE PALMER que foi o primeiro concorrente numa modalidade de mesa (Close-up) a conquistar o GRANDE PRÉMIO FISM. A sua rotina vencedora pode ser vista aqui.

No programa social do evento estava incluída uma recepção promovida pelo Ministro da Cultura da Holanda e pelo Presidente da Câmara de Haia. Esta recepção (que incluiu bebidas e aperitivos à discrição) teve lugar num edifício público destinado a eventos culturais que anteriormente havia sido uma igreja (Grote Kerk). Não pude deixar de comentar com alguns portugueses que nós, ali numa "igreja", de copo na mão, só estávamos a dar sentido literal à expressão "correr as capelinhas". E não é que, anos mais tarde, numa outra FISM, o JODIVIL ainda se lembrava deste meu comentário!

Também nos foi proporcionada uma Festa Mágica onde ficamos distribuídos em mesas (repletas de comidas e bebidas) de duas salas diferentes, cada uma tendo uma orquestra para proporcionar música ao vivo para dançar. Mas a parte mais sui generis desta festa foi a entrada, pois, a cada congressista era oferecido um (e um só) flute com champanhe. Ora cada um deles tinha no fundo um diamante, numa evidente acção promocional dos diamantes holandeses. No entanto nos mais de dois mil flutes com champanhe servidos à entrada só havia três diamantes verdadeiros, sendo os restantes falsos. Cada congressista tinha que evitar "beber" o diamante e recolhê-lo para fazer o teste e discernir se se tratava de um diamante verdadeiro ou falso. Acontece que nessa festa apenas apareceram dois diamantes verdadeiros. Por isso a organização resolveu, durante a Gala Final, sortear um terceiro diamante entre o congressistas e o diamante veio para Portugal, pois a feliz contemplada foi a MARIA JOÃO TAVARES!

E porque 1988 me traz outras memórias além das da FISM, amanhã haverá novo post.


sábado, 16 de abril de 2022

1985 - ANO TREZE (Parte 1)

 


A FISM... AQUI TÃO PERTO!

O ano de 1985 propiciou-me uma FISM em Madrid, que, na época, pensei ser a mais próxima de casa a que, alguma vez, teria possibilidade de assistir, pois estava a léguas de imaginar que ainda iria poder assistir a uma FISM no nosso país. Naturalmente que a proximidade do local da FISM relativamente a Portugal, permitiu que o contingente português fosse mais numeroso do que o habitual.

Nas galas de palco tive oportunidade de assistir a excelentes actuações de FINN JON, THE PENDRAGONS, VITO LUPO, GAETAN BLOOM, ARSÈNE LUPIN, PETRICK AND MIA, MARK METRAL (excelente ventríloquo), JEFF McBRIDE e OTTO WESSELY. Para quem não conhece o género de magia praticado por OTTO WESSELY aqui deixo um exemplo:

Para a sua entrada em palco OTTO WESSELY gizou um excelente gag, o qual só é possível ser criado num grande congresso mágico como a FISM. Ao ser anunciado o seu nome, entraram em palco dois mágicos  (RICHARD ROSS e LANCE BURTON) que já haviam obtido o Grande Prémio FISM estendendo uma passadeira de pétalas de rosa para a entrada do "Artista". E quando toda a gente ria a bom rir, pensando que o gag era só isto, eis que entrou DAI VERNON a prestar idêntica homenagem ao "Artista". Para mágicos foi um momento único e inesquecível.

Para mim também foi "inesquecível" a actuação de BOB BROWN AND BRENDA. Desta vez não apresentaram a excelente levitação que já havia apreciado numa anterior FISM, mas sim uma sequência de truques clássicos sem ponta de originalidade, levando-me a pensar que, se aquele acto fosse apresentado em concurso, provavelmente seria classificado como "below FISM level". Também me ficou na memória, por maus motivos, a actuação de FLIP, artista que já apreciara na FISM de Paris. Só que, desta vez, FLIP esteve lento e sem ritmo, o que redundou numa intervenção que merece o qualificativo de... "muito chata".

A Gala de Close-up  deu uma imagem da força daquele género de Magia em Espanha ao apresentar ARTURO DE ASCANIO, JUAN TAMARIZ, CAMILO VASQUEZ e PEPE CARROL. Irrepetível.

As conferências de MAX MAVEN, MAGIC CHRISTIAN, MICHAEL AMMAR,  PETRICK AND MIA e TOMMY WONDER foram aquelas em que mais ensinamentos novos consegui colher. As notas de conferência de TOMMY WONDER foram um verdadeiro hino à forma de orientar os mágicos no caminho certo. Apesar de ter apresentado e explicado algumas das suas criações mágicas, TOMMY WONDER quis deixar a mensagem sobre a necessidade de ler (bons) livros. Por isso as notas de conferência eram uma simples folha de papel vermelho em que referia os livros onde aprendera tudo o que sabia. Essa simples folha vermelha custava  1500 pesetas e quem a adquirisse teria direito à oferta de um pequeno opúsculo, onde estavam explicados todos os truques que havia demonstrado.

Relativamente aos concorrentes de palco, fiquei muito bem impressionado com as actuações de MAHKA TENDO, DAVIDO, SELIM, SCOTT CERVINE (que, na altura, me pareceu merecer mais do que o 3º lugar em Magia Geral que lhe foi outorgado) e JAVIER AND ANA (que obtiveram o Grande Prémio e cuja rotina pode ser apreciada mais abaixo). Em palco também pude apreciar a actuação de um português: SERIP. Nos concursos de mesa saliento as intervenções de FERNANDO KEOPS, MICHAEL WEBER, JOHN CORNELIUS e PAUL GERTNER.

Quem consultar o programa desta FISM, verá que o meu nome consta na lista de concorrentes na disciplina de Cartomagia. Na realidade, inscrevi-me para participar em tal concurso, mas uma arreliadora lesão num dedo da mão direita criou atrasos na preparação e treino da rotina que estava a preparar. Por tal motivo comuniquei à organização a minha desistência do concurso, mas, pelos vistos, tal comunicação não foi suficientemente atempada.

Claro que uma FISM realizada em Espanha teria que incluir, no seu programa social, uma tourada... E incluiu! Não foi propriamente uma tourada, mas sim uma garraiada onde alguns espontâneos puderam dar asas ao seu espírito corajoso e enfrentar os novilhos para gáudio dos restantes congressistas presentes nas bancadas. Depois da garraiada seguiu-se uma visita a Aranjuez. Mais tarde voltou-se à Praça de Touros, agora transformada em "Salão de Banquete", para um agradável jantar complementado com o indispensável show de flamenco.

E como há mais memórias deste ano, amanhã haverá novo post.


sábado, 2 de abril de 2022

1983 - ANO ONZE

 

VIRADO PARA A MAGIA DE CLOSE-UP

Foi no "MagicPorto CIF 83" que tive oportunidade de assistir à excelente conferência de PEPE CARROLL. E como, em termos mágicos, o meu interesse pela Magia de Close-up (nessa época ainda não tinha introduzido o termo Magia de Proximidade) era cada vez maior, as respectivas notas de conferência "Efeitos Y Presentaciones" foram avidamente lidas e relidas. A par deste pequeno, mas importante, livrinho, devo registar a aquisição de dois livros que muito contribuíram para o enriquecimento da minha cultura mágica: "Magic & Showmanship" (de Henning Nelms) e "The Topit Book" (de Michael Ammar).

O reconhecimento, no meio mágico, relativamente à minha dedicação à Magia de Close-up, era sobejamente conhecido. Por isso não me admirou ter sido convidado para realizar uma actuação desse tipo na Convenção API-83.

Mas a minha vontade era também fazer chegar a Magia de Close-up a um público leigo mais alargado do que aquele que, habitualmente, frequentava as galas de close-up dos festivais de magia. Tal objectivo levou-me a realizar actuações em casas de fado. O típico modo de funcionamento de uma casa de fado pareceu-me apropriado a tal, pois, nos intervalos das actuações dos diversos fadistas, eu abordava uma das mesas e apresentava algumas rotinas de close-up. 

Com sinceridade, posso dizer que houve boa receptividade pela grande maioria das pessoas abordadas nos moldes descritos. Uma medida dessa boa aceitação foi o facto de, por diversas vezes, me tentarem gratificar no final da minha actuação. Como eu estava contratado pela gerência da casa, sempre declinei o recebimento de tais gratificações. A única vez em que fui "obrigado" a aceitar tal tipo de gorjeta aconteceu quando a mesma me foi entregue, no final da noite, pelo gerente da casa de fado que a havia recebido de um cliente no acto de pagamento. 

Por outro lado houve pouca receptividade empresarial para inovar, ou seja, os gerentes das duas casas de fado em que realizei tais actuações (no total foram 36 noites) entenderam que não se justificava o custo acrescido da presença de um mágico a animar com close-up os respectivos clientes. Na minha óptica houve falta de visão para apostar na inovação e criar um elemento de diferenciação que, julgo eu, poderia trazer benefícios a longo prazo.

Mas não é a introdução da Magia de Close-up em casas de fado a marca mais forte nas minhas memórias deste ano. Essa é constituída pela minha intervenção, precisamente com Magia de Close-up, num programa de televisão transmitido em prime time: "O Foguete". Terá sido esta a primeira vez que uma actuação de magia de close-up mereceu tal "distinção" na televisão portuguesa? Pessoalmente não tenho a certeza, mas também não tenho conhecimento de nenhuma outra anterior a 17 de Setembro de 1983. E, enquanto não tiver tal evidência, permito-me o devaneio de pensar que fui, em tal matéria, pioneiro. 

NOTAS DE RODAPÉ

Nota de sinal + : A presença da Magia de Close-up num programa de TV em prime time.
Nota de sinal + : A presença da Magia de Close-up em casas de fado.

domingo, 27 de março de 2022

1982 - ANO DEZ (Parte 2)

 


 A FISM DE LAUSANNE

A Fátima acompanhou-me, pela primeira vez, a uma FISM e, como ela ia grávida, poderei dizer que esta foi a primeira FISM a que o Helder "assistiu", mas vendo através do olhos da mãe. Claro que escrevo isto com a certeza que irei provocar muitos sorrisos em quem me lê, mas seja lá por que carga de água for, anos mais tarde, quando questionado sobre quem era o seu mágico preferido, o Helder respondeu: LANCE BURTON. Ora foi precisamente este o mágico galardoado com o Grande Prémio nesta edição da FISM. Coincidência ou memória do tempo de gestação passado em Lausanne?

Das diversas actuações de convidados presentes nas galas deste congresso, recordo PETER PIT (e a sua execução impecável da Dancing Cane, a par dum trabalho perfeito como apresentador de Gala de congresso mágico), BELLACHINI XIII (com a sua fantástica rotina que personificava um mágico de finais do séc. XIX e usando aparatos mágicos que haviam sido fabricados nessa época), PAUL POTASSY (e a sua soberba execução de Sympathetic Silks), DURATY (não me lembro do que fez, mas sei que foi de ir às lágrimas a rir), SALVANO (com uma rotina de manipulação levada ao limite da perfeição, na qual se destacavam as produções de copos com bebidas) e ALI BONGO (no papel de apresentador e sempre com efeitos muito criativos para "matar o tempo" entre convidados).

Claro que também merecem ser referidas as excelentes prestações (que não constituíram novidade para mim) de MAGIC CHRISTIAN, DICK AND DIANA ZIMMERMAN, PRIMO GROTTI, PIERRE BRAHMA e RICHARD ROSS AND VERONIQUE .

As conferências de HARY LORAYNE, MARCONICK, FANTASIO, JEAN MERLIN, RICHARD ROSS e (o inevitável) JUAN TAMARIZ foram muito proveitosas em ensinamentos para aumento da minha "bagagem mágica". Presente nesta FISM estava DAI VERNON e um grupo de portugueses (e não só) aproveitou para registar um fotografia na companhia de "The Professor".

No que se refere a programa social tivemos o habitual banquete, que, não tendo o brilho e glamour dos banquetes de Paris e Viena ficou muitíssimos furos acima do"desastre" de Bruxelas. O único senão resultou da falta de capacidade da sala para albergar todos os congressistas no mesmo dia. Portanto os congressistas foram divididos em dois grupos, os quais desfrutaram do banquete em dias diferentes. O programa proporcionado ao grupo que não tinha banquete foi um passeio de barco no Lago Léman.

Além do já referido LANCE BURTON (que obteve o Grande Prémio e cuja rotina pode ser vista aqui) também me ficaram na memória as actuações, em palco, de DAVIDO, ARSENE LUPIN, SOCRATE, JAY SCOTT BERRY e SANADA. Registo, igualmente, a presença de dois portugueses nos concursos de palco: FRED ALLAN em Manipulação e SERIP em Magia Cómica.

No que se refere ao concursos de mesa destacaram-se MICHAEL AMMAR, DARYL, PEPE CARROLL e AURELIO PAVIATO.

NOTAS DE RODAPÉ

Nota de sinal + : O nascimento do único (até hoje) português Campeão Mundial de Magia.
Nota de sinal + : A conferência de Tommy Wonder.
Nota de sinal + : A minha primeira conferência para mágicos.
Nota de sinal + : A FISM de Lausanne.